Tirar uma fotografia é fácil, não se pode negar, mas com a qualidade de um profissional não é para qualquer um, certo? Por isso, quem deseja fazer cliques memoráveis e guardar verdadeiras obras de arte consigo, deve fazer um curso de fotografia e se tornar um profissional, ou pelo menos adquirir conhecimento.

Por que isso é relevante? Ora, não se tira uma boa foto no susto digamos assim, pelo menos a grande maioria fica com uma qualidade ruim… É preciso panejar a fotografia, escolher bem sua câmera, ajustar, encontrar o ângulo, “brigar” com a luz, entre outros detalhes.

Assim, e só assim, é possível fazer um clique realmente profissional e digno de participar de concursos como o Wildlife Photographer of the Year. Todos os anos o evento premia as melhores imagens e abre espaço para todos os países participarem.

Em 2017 foram 92 nações participantes e quase 50 mil imagens para serem selecionadas e analisadas. E o mais interessante é que o concurso abre espaço também para jovens talentos.

As categorias premiam as melhores fotografias por idade, e aceitam até mesmo participantes com menos de 10 anos. Além da idade, há também os temas que dividem as imagens em outras categorias, como “Animais em seus ambientes”, ou “Retratos de animais”.

No dia 17 de outubro de 2017 foram divulgadas as vencedoras, e no dia 20 elas estavam expostas no Museu de História Natural de Londres. Essa foi a sétima edição do concurso, e nós não deixaríamos você curioso, é claro, por isso, que tal conhecer as imagens que conseguiram seu lugar de destaque?

Memorial to a Species, por Brent Stirton venceu as categorias Adulto e Story, tirada na África do Sul.

melhores fotografias de 2017 Memorial to a Species

 

The Good Life, por Daniël Nelson – venceu a categoria de 15 a 17 anos, tirada no Parque Nacional Odzala, República do Congo.

melhores fotografias de 2017 The Good Life

 

Stuck In, por Ashleigh Scully – vencedora da categoria de 11 a 14 anos, tirada no Parque Nacional de Yellowstone, EUA.

melhores fotografias de 2017 Stuck In

 

The Grip of the Gulls, por Ekaterina Bee – vencedora da categoria menores de 10 anos, tirada numa viagem de barco pela costa norueguesa.

melhores fotografias de 2017 The Grip of the Gulls

 

The Night Raider, por Marcio Cabral – o brasileiro venceu a categoria Animais em seus ambientes, tirada no Parque Nacional das Emas, Goiás.

melhores fotografias de 2017 The Night Raider

 

Contemplation, por Peter Delaney – vencedor da categoria Retratos de animais, tirada no Parque Nacional Kibale, Uganda.

melhores fotografias de 2017 Contemplation

 

Crab Surprise, por Justin Gilligan – venceu a categoria Comportamento: invertebrados, tirada na Austrália.

melhores fotografias de 2017 Crab Surprise

 

The Incubator Bird, por Gerry Pearce – vencedor da categoria Comportamento: aves, a imagem veio do Reino Unido/Austrália.

melhores fotografias de 2017 The Incubator Bird

 

Ancient Ritual, por Brian Skerry – vencedora da categoria Comportamento: anfíbios e répteis, tirada no Parque Nacional Sandy Point.

melhores fotografias de 2017 Ancient Ritual

 

Giant Gathering, por Tony Wu – venceu a categoria Comportamento: mamíferos, foto tirada na costa do Sri Lanka.

melhores fotografias de 2017 Giant Gathering

 

Tapestry of Life, por Dorin Bofan – imagem vencedora da categoria Plantas e fungos, tirada em Hamnoy, na Noruega.

melhores fotografias de 2017 Tapestry of Life

 

The Jellyfish Jockey, por Anthony Berberian – venceu a categoria Subaquática, imagem registrada no mar do Tahiti.

melhores fotografias de 2017 The Jellyfish Jockey

 

The Ice Monster, por Laurent Ballesta – imagem vencedora da categoria Meio ambiente, tirada nos arredores da base científica Dumont d’Urville, na Antártica

melhores fotografias de 2017 The Ice Monster

 

Polar Pas de Deux, por Eilo Elvinger – vencedora da categoria Preto e branco, foi registrada no Ártico norueguês.

melhores fotografias de 2017 Polar Pas de Deux

 

Palm-oil Survivors, por Aaron Gekoski – venceu a categoria Fotojornalismo, tirada na ilha de Bornéu.

melhores fotografias de 2017 Palm-oil Survivors

Todas merecem seu prêmio, não é mesmo? Quem sabe a sua também não pode estar lá em 2018? Veja aqui dicas de fotografia

cidades para fugir do varao no brasil

Não é porque moramos em um país tropical que todo mundo gosta de calor. Há quem prefira o friozinho do inverno e baixas temperaturas, que nem sempre encontramos por aqui. Afinal, o Brasil não é frio, e em apenas algumas cidades do Sul e serranas é possível ter frio de verdade.

Mas quando chega o verão não tem jeito, o calor domina o território nacional, então, quem não gosta do sol e do calor tropical pode fugir para países onde o frio está em alta nessa época. E que tal conferir 5 dicas para escapar do calorão brasileiro? Confira a lista de sugestões a seguir.

  1. Patagônia Chilena

Por ali é frio mesmo durante o verão, que tem temperatura média de 14° C. Ou seja, nos vizinhos podemos ter uma saída e rota de fuga para quem não faz questão do calor. É uma excelente época para fazer cavalgadas, conhecer as geleiras, visitar o Parque Nacional de Torres del Paine e caminhar.

  1. Bariloche

Esse é mais um destino para quem deseja fugir sem muita burocracia e sem ir para longe demais. Aqui em nossa vizinha Argentina você encontra um clima bem agradável entre 6 e 20° C. Há opções de restaurantes bares, museus , shopping e ainda é possível até mesmo esquiar por lá.

  1. Inglaterra

Mas se você deseja mudar de continente, então sugerimos a Inglaterra, com uma parada em Londres. Ali não tem como não encontrar o que fazer, pois há opções para todo mundo. E não se esqueça de entrar no clima londrino e parar para tomar o seu chá das 5. Aproveite e conheça também Windsor, Liverpool e Oxford.

  1. Lisboa

Mas se você não quer viver um inverno muito rigoroso na Europa, então o ideal é fugir para Portugal e ficar em Lisboa, onde a temperatura no inverno é agradável, com cerca de 10° C. E ainda há a vantagem de ser fácil se comunicar com todos por lá. Além da culinária deliciosa, rica e farta.

  1. Paris

Mas para quem prefere um destino estiloso e romântico, em uma capital famosa, então vá para Paris, na França. O inverno de lá é lindo e a Cidade Luz fica maravilhosa nessa época do ano quando é calor por aqui no Brasil. Lá faz frio, mas as atracações em lugares fechados são uma boa opção, como nos restaurantes, em museus, cafés e nos eventos culturais que acontecem somente no inverno por lá.

E você? Prefere fugir ou ficar por aqui e curtir o calor tropical? Se sua intenção é escapar das altas temperaturas, agora já tem opções interessantes, basta escolher qual mais lhe agrada e fazer as malas!

Existe uma grande diferença entre simplesmente tirar uma foto e fazer uma fotografia. Isso porque registrar um momento é simples, basta apertar o botão da câmera, mas para que a imagem seja fiel ao original e não tenha nenhum defeito, é preciso preparar o equipamento.

O parasol é um acessório muito importante que possibilita melhorar a qualidade das fotografias e deixá-las com um toque profissional. E neste artigo vamos explicar o que ele é e também para quê serve. Continue lendo e descubra como pode fazer toda a diferença em suas fotografias.

O que é o parasol?

Também conhecido como lens hood, o parasol é o acessório que impede que a lente seja atingida por fragmentos de luz que são desnecessários para a foto. Ele fica encaixado na lente e limita a incidência de luz sobre ela quando a posição está desfavorável.

Pode ser utilizado tanto para a luz do sol, como também para luzes artificias. Quando a luz está numa posição ruim para o foco da fotografia ela pode criar efeitos como flare e glare, que podem ser considerados como defeitos da imagem.

Essas manchas assumem diversos formatos, como o de pentágono, círculos, heptágonos e outros. Muitas vezes essas manchas podem ter uma coloração também, que geralmente é o vermelho. Quando o flare ou o glare não são desejados na imagem, então, o parasol vem salvar o seu trabalho.

Pela posição que adere na lente, o parasol também pode ajudar a protegê-la. Isso porque ele fica a frente da lente e sua volta, assim, se você esbarrar, bater ou deixar a câmera cair, o parasol chegará primeiro ao local de impacto e a lente não sofrerá nenhum dano.

Assim, o parasol, então, numa comparação mais grosseira, pode ser similar a aba de um boné. Ela fará uma sombra na lente para reduzir a luz que é captada, e dessa maneira, você pode fazer boas fotografias ainda que o sol esteja interferindo.

E também é possível escolher entre dois modelos de parasol, que são indicados para tipos diferentes de lentes. Lembre-se de que para obter um bom resultado é essencial comprar o parasol certo, e não apenas para sua câmera parecer mais profissional.

O parasol pode ser encontrado no formato de flor ou então cilíndrico. O acessório ideal para lentes que possuem um ângulo mais aberto, como a 18-55 mm são também os mais abertos e menores, para não aparecer nas fotos.

Já para as lentes como a 75-300 mm, que são teleobjetivas, pode ser usado um mais longo. Porém, isso se você precisar comprar a parte, porque as lentes mais profissionais ou mais caras já vêm com o parasol.

Agora você já sabe como evitar os pontinhos de luz que aparecem em suas imagens, certo? Mas não se esqueça de escolher o parasol ideal ou o resultado continuará sendo insatisfatório para você.

Então a noite se inicia linda, com um entardecer digno de pinturas e uma lua magnífica no céu! Isso merece um registro, não é mesmo? Mas quando o clique é feito e a foto tirada, a expectativa é uma, porém, a realidade outra…

Uma bolinha de luz, só isso e nada mais. Nem mesmo parece que o objeto em foco era aquela imensa bola no céu. E acredito que praticamente todo mundo já tenha passado por essa frustração.

Mas hoje ela termina, porque você vai aprender algumas dicas que vão lhe ajudar a tirar boas fotos da Lua. Veja só como ter um resultado melhor do que uma simples luzinha num manto negro.

  1. Capriche no zoom

Lembre-se de que a Lua está bem longe de você, então, para ter maiores detalhes e aproximar bem a imagem, é preciso usar o zoom. Coloque esse recurso no máximo possível mantendo o foco, para que a imagem da Lua fique bem próxima.

  1. Use uma abertura baixa

Não se esqueça de que a Lua já reflete bastante luz do sol e brilha muito, o que faz com que não seja necessário usar uma abertura muito grande. Você pode manter entre F8 e F13 que já conseguirá ter um bom resultado. Se usar uma abertura muito pequena haverá superexposição e isso vai interferir na qualidade da sua fotografia.

  1. Evite ao máximo tremer a foto

Com o zoom bem aproximado qualquer pequeno movimento interfere na fotografia pode causar borrões ou desfocar. Aqui é fundamental ter mais bem firmes para conseguir uma boa imagem. Mas se você acha que algo pode dar errado, então, prefira usar um tripé para garantir de que não haverá tremores.

  1. Faça uma boa regulagem do obturador

O obturador é o que faz com que o objeto focado esteja congelado na imagem, ou seja, bem nítido e delimitado. Por isso, é importante usar uma boa velocidade para ele, como 1/250. Se você deixar a velocidade baixa a fotografia ficará embaçada. Uma velocidade alta vai deixar a lua paradinha na imagem.

  1. Use a quantidade de luz certa

A quantidade luz é controlada pelo ISO da câmera, e para que a Lua fique linda em sua fotografia é preciso ajustar bem esse recurso. É importante regular de modo que a imagem não fique granulada em sua câmera, e isso varia para cada uma.

Se você tem uma câmera boa e com uma ótima tolerância de ISO, então, pode usar um valor alto. Mas em câmeras intermediárias, com ISO que não passa de 1600, então prefira usar apenas 800. Mas isso não é uma regra, porque com ISO menor também é possível tirar boas fotos, por isso, observe em seu visor a qualidade, da imagem antes de tirar a foto.

Não se esqueça de que a melhores fotografias costumam ter todo um planejamento, ou seja, não se trata de simplesmente apertar o botão e fazer a foto. Há a escolha da lente, do ângulo, da melhor regulagem e até mesmo do horário em alguns casos. Por isso, tenha a paciência de preparar o seu equipamento para fazer uma boa imagem.